quarta-feira, 15 de junho de 2011

Treinadores entre o céu e o inferno no Brasileirão

Falcão vive mau momento à frente do Colorado
Crédito: Divulgação

Os treinadores de grandes clubes do país vivem situações diferentes neste começo de campeonato.

Enquanto alguns convivem diariamente com a desconfiança de torcedores e diretores, outros viraram o jogo e graças aos resultados positivos têm tranquilidade para trabalhar. Pelo menos por enquanto.

Na linha daqueles que passam por um momento conturbado aparece Paulo Roberto Falcão, treinador do Internacional. Atualmente, é grande a insatisfação com o trabalho dele. 


Não é para menos. Apesar de ter assumido o time há poucos meses, Falcão ainda não conseguiu emplacar uma boa sequencia. Para piorar as coisas, a cada dia se mete em uma nova polêmica com jornalistas, comentaristas, jogadores. Se continuar nessa toada, cai muito antes do que imaginava.

Já a situação no Cruzeiro é um pouco diferente. O técnico Cuca chegou a colocar o cargo à disposição no último fim de semana, mas a diretoria do clube celeste preferiu manter o treinador por mais tempo.

A dúvida é: Cuca foi mantido no cargo por agradar a cúpula cruzeirense ou porque não existe atualmente muitos treinadores disponíveis no mercado?

Situação contrária. Temporariamente?

Em São Paulo, dois treinadores caminham em direção contrária. Depois de balançarem no cargo antes mesmo do início do campeonato, Paulo César Carpegiani, técnico do São Paulo, e Tite, comandante do Corinthians, estão dando a volta por cima.

No caso de Capegiani, o treinador chegou a ter, inclusive, a demissão anunciada.

Hoje, o trabalho dele e também de Tite não é tão contestado e eles ganharam sobrevida no cargo. Porém, os dois devem ter consciência de que só conseguirão manter o emprego se os resultados continuarem aparecendo. 

Basta um resultado negativo para a cobrança voltar à tona.

Um exemplo claro de que treinador no Brasil vive mesmo é de resultado. O resto é papo furado!

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